segunda-feira, 4 de abril de 2011

um bem-haja aos benfiquistas e ao saber perder

Para nós, malta do norte (aka arruaceiros), bós fosteis exemplares. Obrigadinha pela liçom!














Pinto da Costa: «O que aconteceu foi uma vergonha»
PRESIDENTE CRITICA RIVAIS DO BENFICA

"Ainda não recebi qualquer mensagem de parabéns por parte do Benfica. Mas também de quem apaga a luz e põe a rega a funcionar logo após o jogo...seria de estranhar é que fossem capazes de dar os parabéns a alguém... Festejar o título às escuras foi inédito, giríssimo e inédito."

"Já recebi mensagens de Angola, de Venezuela, do Brasil e um pouco por todo Mundo, e todos me disseram que foi uma vergonha completa o que se passou na Luz após o final do jogo. Mas as ações ficam por quem as faz. Felizmente todo o mundo viu..."“Dedico o título à minha família. Mas quero fazer duas distinções. Uma a Pôncio Monteiro, que esteve sempre ao meu lado, e que infelizmente não pode estar aqui, mas de certeza que estará feliz... E outra, ao Pedroto, que disse numa homenagem de que havíamos conquistar o campeonato em sua honra. Palavra de desprezo para alguns imbecis que na televisão que gozaram com a minha vontade de querer dedicar-lhe esta conquista.”

"O segredo foi termos sido estimulados por alguns palhaços que fazem alguns comentários semanalmente na comunicação social, e que não dão mérito ao FC Porto, nem mesmo depois dos 5-0. Devem ter vergonha com o que dizem e deviam deixar essas maldicências e maldizeres para Pravda e Kasparov."







Polícia diz que apagão poderia ter tido «consequências lamentáveis»
O subintendente Costa Ramos, responsável pela operação de segurança do clássico, diz que a decisão do Benfica de desligar as luzes e accionar o sistema de rega pôs «em causa a segurança dos agentes da polícia em serviço no interior do estádio».

«Ao desligarem as luzes e ao ligarem a rega puseram em causa a segurança dos agentes da polícia em serviço no interior do estádio e isso não pode voltar a acontecer», alertou Costa Ramos, revelando ter manifestado aos responsáveis do Benfica o seu «desagrado» por aquela decisão, que, sublinhou, poderia ter tido «consequências lamentáveis».

Quanto ao rescaldo da operação de segurança, o subintendente fez um balanço positivo, referindo que, não obstante os incidentes registados, não houve «qualquer falha a nível de planeamento».

Costa Ramos deu ainda conta da detenção de «onze adeptos encarnados», seis dos quais por «terem arremessado pedras», dois «por atitudes agressivas para com a polícia», dois por «transportarem material pirotécnico» e um por «atirar com berlindes» para o banco do FC Porto, os quais «atingiram um agente policial».

Batalha campal antecedeu o clássico
Arrepiante confronto entre adeptos encarnados e polícia, na Luz. Mais um capítulo vergonhoso na guerra entre Benfica e FC Porto. Dez detenções e quatro agentes feridos.

Nem a maior operação policial de sempre num jogo de futebol em Portugal - 800 agentes, várias dezenas de veículos e um helicóptero - foi capaz de impedir novo episódio lamentável na guerra cega entre adeptos de Benfica e FC Porto.

Os incidentes começaram com o apedrejamento de vários carros particulares de adeptos do FC Porto, em Telheiras, zona de concentração dos cerca de de 3500 apoiantes azuis e brancos, e conheceram o ponto alto já na chegada ao Estádio da Luz, depois de um percurso calmo.

Muitos adeptos do Benfica concentrados junto à zona comercial, no perímetro do recinto, arremessaram bolas de golfe, garrafas de vidro e pedras, investindo depois, já com os ânimos muito exaltados, contra as forças de segurança. Tudo serviu para atirar aos agentes, até mesas e cadeiras retiradas do interior da zona comercial, que foi encerrada por instantes.

Também voaram caixotes do lixo, com a situação a descontrolar-se durante vários minutos e os desacatos a atingirem proporções gravíssimas, numa batalha campal no mínimo arrepiante para quem assistiu, com várias balas de borracha a serem disparadas pela polícia.
Muitas viaturas estacionadas na zona ficaram danificadas e os adeptos que se encontravam no local e que nada tinham a ver com o motim procuraram fugir e proteger-se como puderam. Os confrontos prosseguiram durante mais algum tempo do outro lado da estrada, com muitas pedras a voarem.

Foram detidos dez adeptos, a maioria dos quais ligados ao Benfica (todos serão hoje presentes a Tribunal), e ficaram feridos quatro agentes da PSP.

O processo de revista foi bastante minucioso - alguns adeptos do FC Porto tiveram mesmo de descalçar-se e tirar inclusive as meias - e a polícia e os stewards tentaram evitar ao máximo a entrada de acessórios alusivos ao FC Porto, como era desejo dos responsáveis encarnados, ficando do lado de fora, sobretudo, quase tudo o que tinha mensagens ofensivas.

Já dentro do estádio, voaram muitos objectos lançados pelos adeptos do Benfica, sobretudo bolas de golfe, isqueiros e... um telemóvel. Jesus pediu calma e Nélson Puga, médico do FC Porto, foi atingido na cabeça após o 0-1.

De referir que na madrugada de sábado foram vandalizadas a Casa do FC Porto em Sintra (situada no Cacém) e a Casa do Benfica em Évora. Ontem, já depois do jogo, registaram-se igualmente distúrbios e confrontos na casa do Benfica de Gondomar, com um ferido a receber assistência hospitalar.

3 comentários:

Adelino disse...

Mesmo assim a imagem lá de cima vale mais que mil palavras. Arruaceiros.

José Sousa disse...

Primeiro: Os portistas são tribalistas, como tal, o Pinto da Costa é outro! Segundo, estive a viver em Fanzeres - Gondomar, onde toda a rua eram Benfiquistas e sempre que havia jogo Porto/Benfica, lá vinha a escomalha dos adeptos portistas, virarem contentores de lixo, furarem os pneus dos automóveis e fazerem uma algazarra a fim de verem se provocavam os que estavam em suas casas. Treceiro: O autocarro do Benfica é apedrajado pelos adeptos portistas, mas nunca viram o autocarro do porto ser apedrajado pelos adeptos do Benfica ou Sporting. Os portistas, juntamente com o seu "Pintainho", deveriam era jogar futebool com animais selvagens pois eles não são gente! Quem apoia esta escomalha, que se desenvolveu no seio de parasitas e mafiosos com "apitos dourados" deveriam serem escomungados do mundo do desporto. Pois o desporto é para ser vivido com desportivismo, coisa que vocês desconhecem!

Os meus sentimentos pela ética que voces nunca conheceram! Os meus parabéns por terem ganho a taça, pois quem jogou melhor, durante o campeonato, só poderia ter direito a ela.

moça disse...

1º Escreve-se escumalha.
2º Os presidentes do Benfica também são detidos (suponho que não por terem valores morais demasiado bons).
3º (terceiro, e não treceiro) Desportivismo parece-me ser um conceito desconhecido para os dirigentes do Benfica, que são os criticados neste post, uma vez que acredito que muitos benfiquistas não se revejam na atitude infantil de apagar as luzes e ligar o sistema de rega.
4º De facto os benfiquistas que pertencem à escumalha, aqueles que atiram pedras, parecem ter uma certa falta de pontaria, pois se se desse ao trabalho de ler as notícias que aqui publico, perceberia que na tentativa de atingir os adeptos do FCP, arremessando pedras, garrafas e bolas de golfe, até os carros estacionados em redor do estádio da Luz foram vandalizados por adeptos benfiquistas.
5º Lamento que pelas atitudes de alguns adeptos, nas quais a maioria não se revê (tal como acontece com os adeptos do Benfica, certamente) se julgue e se admita que todos os habitantes de uma cidade têm determinado comportamento. Já tive a infelicidade de conhecer algumas pessoas que acreditam genuinamente que o povo do Norte de Portugal, mais do que os adeptos portistas, é arruaceiro, brejeiro, escumalha, o que quiser!
6º Tenho que concordar consigo em dois pontos: jogar com animais selvagens é só para quem tem tomates - o FCP seria a equipa indicada, portanto. E sim, tribalista me confesso. Não falo pelos outros, mas eu defendo os meus (a minha cidade, o clube da minha cidade, o meu país) por todos os meios ao meu alcance.

Por último o senhor não me conhece, não tem obrigação de o saber, mas eu faço o obséquio: certamente não saía mal servido com a MINHA noção de ética.