quinta-feira, 21 de abril de 2011

a não perder!
























Margarida Ferreira RULES!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

uma questão de saúde

"O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional a quantidade de foda-se! que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do foda-se!? O foda-se! aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor.

Reorganiza as coisas. Me liberta. Não quer sair comigo?

Então foda-se!. Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!. O direito ao foda-se! deveria estar assegurado na Constituição Federal.

Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.

Prá caralho, por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que Prá caralho? Prá caralho tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via-Láctea tem estrelas prá caralho, o Sol é quente prá caralho, o universo é antigo prá caralho, eu gosto de cerveja prá caralho, entende? No gênero do Prá caralho, mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso Nem fodendo!. O Não, não e não! e tampouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade Não, absolutamente não! o substituem.

O Nem fodendo é irretorquível, e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral?

Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo Marquinhos presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!. O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Lupicinio.

Por sua vez, o porra nenhuma! atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a gravata daquele chefe idiota senão com um PHD porra nenhuma!, ou ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!. O porra nenhuma, como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha.

São dessa mesma gênese os clássicos aspone, chepone, repone e mais recentemente, o prepone - presidente de porra nenhuma. Há outros palavrões igualmente clássicos. / Pense na sonoridade de um Puta-que-pariu!, ou seu correlato Puta-que-o-pariu!, falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba... Diante de uma notícia irritante qualquer puta-que-o-pariu! dito assim te coloca outra vez em seu eixo.

Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.

E o que dizer de nosso famoso vai tomar no cu!? E sua maravilhosa e reforçadora derivação vai tomar no olho do seu cu!. Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus uando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: Chega! Vai tomar no olho do seu cu!.

Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoa a camisa e sai a rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios. /

E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: Fodeu!. E sua derivação mais avassaladora ainda: Fodeu de vez!. Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação?

Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e autodefesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar: O que você fala? Fodeu de vez!.

Liberdade, igualdade, fraternidade e foda-se ..."

Texto de Millôr Fernandes, retirado daqui.


quinta-feira, 14 de abril de 2011

beto friday

Decidimos instaurar uma coisa nova aqui na empresa, inspirada na casual friday.

À sexta-feira, pomos de lado o fato e a gravata, deixamos de dizer c*r*lh*d*s, e vimos de calça de sarja, pólo GANTUSA e sapatinho de vela.

Somos cool!

Não há almoços grátis.

E jantares também não.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

está um lindo dia

quando comparado com o meu estado de espírito

segunda-feira, 4 de abril de 2011

um bem-haja aos benfiquistas e ao saber perder

Para nós, malta do norte (aka arruaceiros), bós fosteis exemplares. Obrigadinha pela liçom!














Pinto da Costa: «O que aconteceu foi uma vergonha»
PRESIDENTE CRITICA RIVAIS DO BENFICA

"Ainda não recebi qualquer mensagem de parabéns por parte do Benfica. Mas também de quem apaga a luz e põe a rega a funcionar logo após o jogo...seria de estranhar é que fossem capazes de dar os parabéns a alguém... Festejar o título às escuras foi inédito, giríssimo e inédito."

"Já recebi mensagens de Angola, de Venezuela, do Brasil e um pouco por todo Mundo, e todos me disseram que foi uma vergonha completa o que se passou na Luz após o final do jogo. Mas as ações ficam por quem as faz. Felizmente todo o mundo viu..."“Dedico o título à minha família. Mas quero fazer duas distinções. Uma a Pôncio Monteiro, que esteve sempre ao meu lado, e que infelizmente não pode estar aqui, mas de certeza que estará feliz... E outra, ao Pedroto, que disse numa homenagem de que havíamos conquistar o campeonato em sua honra. Palavra de desprezo para alguns imbecis que na televisão que gozaram com a minha vontade de querer dedicar-lhe esta conquista.”

"O segredo foi termos sido estimulados por alguns palhaços que fazem alguns comentários semanalmente na comunicação social, e que não dão mérito ao FC Porto, nem mesmo depois dos 5-0. Devem ter vergonha com o que dizem e deviam deixar essas maldicências e maldizeres para Pravda e Kasparov."







Polícia diz que apagão poderia ter tido «consequências lamentáveis»
O subintendente Costa Ramos, responsável pela operação de segurança do clássico, diz que a decisão do Benfica de desligar as luzes e accionar o sistema de rega pôs «em causa a segurança dos agentes da polícia em serviço no interior do estádio».

«Ao desligarem as luzes e ao ligarem a rega puseram em causa a segurança dos agentes da polícia em serviço no interior do estádio e isso não pode voltar a acontecer», alertou Costa Ramos, revelando ter manifestado aos responsáveis do Benfica o seu «desagrado» por aquela decisão, que, sublinhou, poderia ter tido «consequências lamentáveis».

Quanto ao rescaldo da operação de segurança, o subintendente fez um balanço positivo, referindo que, não obstante os incidentes registados, não houve «qualquer falha a nível de planeamento».

Costa Ramos deu ainda conta da detenção de «onze adeptos encarnados», seis dos quais por «terem arremessado pedras», dois «por atitudes agressivas para com a polícia», dois por «transportarem material pirotécnico» e um por «atirar com berlindes» para o banco do FC Porto, os quais «atingiram um agente policial».

Batalha campal antecedeu o clássico
Arrepiante confronto entre adeptos encarnados e polícia, na Luz. Mais um capítulo vergonhoso na guerra entre Benfica e FC Porto. Dez detenções e quatro agentes feridos.

Nem a maior operação policial de sempre num jogo de futebol em Portugal - 800 agentes, várias dezenas de veículos e um helicóptero - foi capaz de impedir novo episódio lamentável na guerra cega entre adeptos de Benfica e FC Porto.

Os incidentes começaram com o apedrejamento de vários carros particulares de adeptos do FC Porto, em Telheiras, zona de concentração dos cerca de de 3500 apoiantes azuis e brancos, e conheceram o ponto alto já na chegada ao Estádio da Luz, depois de um percurso calmo.

Muitos adeptos do Benfica concentrados junto à zona comercial, no perímetro do recinto, arremessaram bolas de golfe, garrafas de vidro e pedras, investindo depois, já com os ânimos muito exaltados, contra as forças de segurança. Tudo serviu para atirar aos agentes, até mesas e cadeiras retiradas do interior da zona comercial, que foi encerrada por instantes.

Também voaram caixotes do lixo, com a situação a descontrolar-se durante vários minutos e os desacatos a atingirem proporções gravíssimas, numa batalha campal no mínimo arrepiante para quem assistiu, com várias balas de borracha a serem disparadas pela polícia.
Muitas viaturas estacionadas na zona ficaram danificadas e os adeptos que se encontravam no local e que nada tinham a ver com o motim procuraram fugir e proteger-se como puderam. Os confrontos prosseguiram durante mais algum tempo do outro lado da estrada, com muitas pedras a voarem.

Foram detidos dez adeptos, a maioria dos quais ligados ao Benfica (todos serão hoje presentes a Tribunal), e ficaram feridos quatro agentes da PSP.

O processo de revista foi bastante minucioso - alguns adeptos do FC Porto tiveram mesmo de descalçar-se e tirar inclusive as meias - e a polícia e os stewards tentaram evitar ao máximo a entrada de acessórios alusivos ao FC Porto, como era desejo dos responsáveis encarnados, ficando do lado de fora, sobretudo, quase tudo o que tinha mensagens ofensivas.

Já dentro do estádio, voaram muitos objectos lançados pelos adeptos do Benfica, sobretudo bolas de golfe, isqueiros e... um telemóvel. Jesus pediu calma e Nélson Puga, médico do FC Porto, foi atingido na cabeça após o 0-1.

De referir que na madrugada de sábado foram vandalizadas a Casa do FC Porto em Sintra (situada no Cacém) e a Casa do Benfica em Évora. Ontem, já depois do jogo, registaram-se igualmente distúrbios e confrontos na casa do Benfica de Gondomar, com um ferido a receber assistência hospitalar.