terça-feira, 5 de julho de 2011

grrrrrrrrrrrrrr

f*ckin' idiot girly brain!

já paravas com isso... :'(

quinta-feira, 30 de junho de 2011

o eterno dilema do balde e da merda

hoje há luz, mas não há água...

sexta-feira, 17 de junho de 2011

te miro

é o nome da empresa de segurança aqui do prédio.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

sabedoria do pai

para seres burra só te faltam as penas!!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

a minha primeira multa

Já tardava! Quem manda a pula tentar dar o golpe na fila?

quinta-feira, 21 de abril de 2011

a não perder!
























Margarida Ferreira RULES!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

uma questão de saúde

"O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional a quantidade de foda-se! que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do foda-se!? O foda-se! aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor.

Reorganiza as coisas. Me liberta. Não quer sair comigo?

Então foda-se!. Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!. O direito ao foda-se! deveria estar assegurado na Constituição Federal.

Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.

Prá caralho, por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que Prá caralho? Prá caralho tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via-Láctea tem estrelas prá caralho, o Sol é quente prá caralho, o universo é antigo prá caralho, eu gosto de cerveja prá caralho, entende? No gênero do Prá caralho, mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso Nem fodendo!. O Não, não e não! e tampouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade Não, absolutamente não! o substituem.

O Nem fodendo é irretorquível, e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral?

Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo Marquinhos presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!. O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Lupicinio.

Por sua vez, o porra nenhuma! atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a gravata daquele chefe idiota senão com um PHD porra nenhuma!, ou ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!. O porra nenhuma, como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha.

São dessa mesma gênese os clássicos aspone, chepone, repone e mais recentemente, o prepone - presidente de porra nenhuma. Há outros palavrões igualmente clássicos. / Pense na sonoridade de um Puta-que-pariu!, ou seu correlato Puta-que-o-pariu!, falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba... Diante de uma notícia irritante qualquer puta-que-o-pariu! dito assim te coloca outra vez em seu eixo.

Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.

E o que dizer de nosso famoso vai tomar no cu!? E sua maravilhosa e reforçadora derivação vai tomar no olho do seu cu!. Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus uando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: Chega! Vai tomar no olho do seu cu!.

Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoa a camisa e sai a rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios. /

E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: Fodeu!. E sua derivação mais avassaladora ainda: Fodeu de vez!. Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação?

Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e autodefesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar: O que você fala? Fodeu de vez!.

Liberdade, igualdade, fraternidade e foda-se ..."

Texto de Millôr Fernandes, retirado daqui.


quinta-feira, 14 de abril de 2011

beto friday

Decidimos instaurar uma coisa nova aqui na empresa, inspirada na casual friday.

À sexta-feira, pomos de lado o fato e a gravata, deixamos de dizer c*r*lh*d*s, e vimos de calça de sarja, pólo GANTUSA e sapatinho de vela.

Somos cool!

Não há almoços grátis.

E jantares também não.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

está um lindo dia

quando comparado com o meu estado de espírito

segunda-feira, 4 de abril de 2011

um bem-haja aos benfiquistas e ao saber perder

Para nós, malta do norte (aka arruaceiros), bós fosteis exemplares. Obrigadinha pela liçom!














Pinto da Costa: «O que aconteceu foi uma vergonha»
PRESIDENTE CRITICA RIVAIS DO BENFICA

"Ainda não recebi qualquer mensagem de parabéns por parte do Benfica. Mas também de quem apaga a luz e põe a rega a funcionar logo após o jogo...seria de estranhar é que fossem capazes de dar os parabéns a alguém... Festejar o título às escuras foi inédito, giríssimo e inédito."

"Já recebi mensagens de Angola, de Venezuela, do Brasil e um pouco por todo Mundo, e todos me disseram que foi uma vergonha completa o que se passou na Luz após o final do jogo. Mas as ações ficam por quem as faz. Felizmente todo o mundo viu..."“Dedico o título à minha família. Mas quero fazer duas distinções. Uma a Pôncio Monteiro, que esteve sempre ao meu lado, e que infelizmente não pode estar aqui, mas de certeza que estará feliz... E outra, ao Pedroto, que disse numa homenagem de que havíamos conquistar o campeonato em sua honra. Palavra de desprezo para alguns imbecis que na televisão que gozaram com a minha vontade de querer dedicar-lhe esta conquista.”

"O segredo foi termos sido estimulados por alguns palhaços que fazem alguns comentários semanalmente na comunicação social, e que não dão mérito ao FC Porto, nem mesmo depois dos 5-0. Devem ter vergonha com o que dizem e deviam deixar essas maldicências e maldizeres para Pravda e Kasparov."







Polícia diz que apagão poderia ter tido «consequências lamentáveis»
O subintendente Costa Ramos, responsável pela operação de segurança do clássico, diz que a decisão do Benfica de desligar as luzes e accionar o sistema de rega pôs «em causa a segurança dos agentes da polícia em serviço no interior do estádio».

«Ao desligarem as luzes e ao ligarem a rega puseram em causa a segurança dos agentes da polícia em serviço no interior do estádio e isso não pode voltar a acontecer», alertou Costa Ramos, revelando ter manifestado aos responsáveis do Benfica o seu «desagrado» por aquela decisão, que, sublinhou, poderia ter tido «consequências lamentáveis».

Quanto ao rescaldo da operação de segurança, o subintendente fez um balanço positivo, referindo que, não obstante os incidentes registados, não houve «qualquer falha a nível de planeamento».

Costa Ramos deu ainda conta da detenção de «onze adeptos encarnados», seis dos quais por «terem arremessado pedras», dois «por atitudes agressivas para com a polícia», dois por «transportarem material pirotécnico» e um por «atirar com berlindes» para o banco do FC Porto, os quais «atingiram um agente policial».

Batalha campal antecedeu o clássico
Arrepiante confronto entre adeptos encarnados e polícia, na Luz. Mais um capítulo vergonhoso na guerra entre Benfica e FC Porto. Dez detenções e quatro agentes feridos.

Nem a maior operação policial de sempre num jogo de futebol em Portugal - 800 agentes, várias dezenas de veículos e um helicóptero - foi capaz de impedir novo episódio lamentável na guerra cega entre adeptos de Benfica e FC Porto.

Os incidentes começaram com o apedrejamento de vários carros particulares de adeptos do FC Porto, em Telheiras, zona de concentração dos cerca de de 3500 apoiantes azuis e brancos, e conheceram o ponto alto já na chegada ao Estádio da Luz, depois de um percurso calmo.

Muitos adeptos do Benfica concentrados junto à zona comercial, no perímetro do recinto, arremessaram bolas de golfe, garrafas de vidro e pedras, investindo depois, já com os ânimos muito exaltados, contra as forças de segurança. Tudo serviu para atirar aos agentes, até mesas e cadeiras retiradas do interior da zona comercial, que foi encerrada por instantes.

Também voaram caixotes do lixo, com a situação a descontrolar-se durante vários minutos e os desacatos a atingirem proporções gravíssimas, numa batalha campal no mínimo arrepiante para quem assistiu, com várias balas de borracha a serem disparadas pela polícia.
Muitas viaturas estacionadas na zona ficaram danificadas e os adeptos que se encontravam no local e que nada tinham a ver com o motim procuraram fugir e proteger-se como puderam. Os confrontos prosseguiram durante mais algum tempo do outro lado da estrada, com muitas pedras a voarem.

Foram detidos dez adeptos, a maioria dos quais ligados ao Benfica (todos serão hoje presentes a Tribunal), e ficaram feridos quatro agentes da PSP.

O processo de revista foi bastante minucioso - alguns adeptos do FC Porto tiveram mesmo de descalçar-se e tirar inclusive as meias - e a polícia e os stewards tentaram evitar ao máximo a entrada de acessórios alusivos ao FC Porto, como era desejo dos responsáveis encarnados, ficando do lado de fora, sobretudo, quase tudo o que tinha mensagens ofensivas.

Já dentro do estádio, voaram muitos objectos lançados pelos adeptos do Benfica, sobretudo bolas de golfe, isqueiros e... um telemóvel. Jesus pediu calma e Nélson Puga, médico do FC Porto, foi atingido na cabeça após o 0-1.

De referir que na madrugada de sábado foram vandalizadas a Casa do FC Porto em Sintra (situada no Cacém) e a Casa do Benfica em Évora. Ontem, já depois do jogo, registaram-se igualmente distúrbios e confrontos na casa do Benfica de Gondomar, com um ferido a receber assistência hospitalar.

quinta-feira, 24 de março de 2011

sabedoria de moisés

"dama! não fiques só assim... senão vou me apaixonar mais ainda!"

Definitivamente, bós miúdos adoram quando a gente é frágil.

sexta-feira, 18 de março de 2011

quinta-feira, 17 de março de 2011

Gostava de guardar as coisas más tão bem como guardo as boas. Seria ironicamente mais feliz com isto. Sorria apenas do que vale a pena, e dizia sempre o que penso de verdade, com os pontos nos ii. Sem nunca esquecer do que fizeram ou disseram em tempos.

sexta-feira, 11 de março de 2011

hoje tudo me corre mal

quem mandou enxaguar o Japão?

segunda-feira, 7 de março de 2011

dias de ficar em casa

Não sou capaz de comentar os últimos acontecimentos. Não porque me afectem directamente mas por isso mesmo. Há um clima de incerteza que não desaparece - não se ouviu confusão e não sei se isso vai de encontro às expectativas ou não. Decidimos não sair por precaução, não porque tivéssemos a convicção de que algo poderia correr mal.
Até a democracia tem a maldição de não agradar a todos, e nem temos a certeza que isto seja uma democracia. E a verdade é que nunca vamos entender. Não passamos de fracos observadores que viram a cara às coisas que preferem nem saber e que nunca se misturam realmente. Mas também é verdade que é um alívio saber da calma, mais do que pela nossa própria segurança, pelo país. Porque salvo raras excepções, ninguém põe cá os pés sem se apaixonar mais tarde ou mais cedo.

é isto

"Nós vamos todos falecer,
Patinar, bater as botas.
Eu vou esticar o pernil,
Conviver com as minhocas.

Tu vais fechar a pestana
E fazer para sempre ó-ó.
Nós vamos passar a ser húmus,
Que é uma espécie de cocó."

Gato Fedorento

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

xux

Todos os dias passo aqui. Inicio sessão e escolho "nova mensagem" [o que eu gostava de aprender a escrever]. Fico aqui a pensar que vou escrever sobre a viagem (correu bem, nada de novo aqui). Devia escrever sobre o aniversário da pi, também, mas parece que este estado de ausência substituiu a capacidade de revelar essas coisas por dá cá aquela palha como no antigamente. Que este é um blog cheio de panisguice, já sabeis, mas nem isso sai agora. Podia escrever do meu orgulho na sis (também não era a primeira vez) ou do meu orgulho, mesmo, pela minha casa (a MINHA casa!). Ou então dos sítios novos, das novidades a sério. Das pessoas a sério. Ou da situação no Egipto e a minha ignorância sobre o assunto (claro que podia cultivar-me um pouco lendo um jornal, mas preferi vir para aqui ler coisos na net). Ficariam a saber que afinal prometiam uma volta de 180º, mas deu em 360º e está tudo mais ou menos, aproximadamente, assim de repente, na mesma! no regresso ao hemisfério sul (mudam-se os tempos, ficam-se as vontades), aquilo que não se vendia antes continua a não se vender, a sis ia prescrever mas afinal já não vai, ia mudar de casa (aqui deste lado) mas afinal já não vou, comprei uma casa (a MINHA casa!) e ainda não pedi isenção de IMI. Fugi mais uma vez e há pessoas que não vi. Não tive tempo de cortar o cabelo e tenho um aspecto desgrenhado, mas descobri aquele que se diz ser o melhor cabeleireiro de Luanda. Mas já fiz a manicure (yay me!). E comprei uma máquina de alisar os munelhos de cavelo (sei que este é antigo, mas acho que não lhe demos o crédito merecido) e ainda não a experimentei. E o meu cartão Yorn ressuscitou!!!!!!! [mas do que eu gostava mesmo era saber escrever].

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

publicidade compulsiva

de todas as coisas que se prendem aos tacões dos sapatos de uma mulher (em sabendo que no top da lista estão o papel higiénico e as chiclets) nunca, nem no dia mais inspirado da minha vida, imaginaria que esta pudesse ser uma delas...

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

definitivamente

preciso de um perfume novo

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

independência ou egoísmo*

Posso deixar de dizer o que penso, deixar tudo e correr atrás de um sonho, deixar de saber quem sou, desejar coisas diferentes, resignar-me, aprender a pedir desculpa, deixar de desconfiar quando a esmola parece demasiada, copiar os outros e ter saudades de escrever, ou até aprender a lidar com a pressão. Não devo nada a ninguém que não sejam as minhas pessoas e não quero que seja de outra forma (nunca quis). Há que dar a importância devida a cada um, porque às vezes as palavras são mesmo só palavras, mesmo quando cantadas. Isso e as ameaças, que também são lançadas à toa sem passar na casa de partida e receber os dois contos. Por isso o melhor é mesmo esperar pelos próximos desenvolvimentos, ir atravessando as pontes quando elas surgem, porque o provável é que elas tenham vida própria e nos levem de volta (d'oh!). As pessoas vão e vêm, querem e não querem, só as minhas pessoas é que vão ficando (porque eu lhes devo, claro!). Os outros também contribuem, quando mais não seja, para este fosso que se vai adensando entre o que as pessoas dizem e aquilo em que acredito. Cada vez menos me surpreende, mas every now and then, há coisas por que não esperava e que afinal magoam (outra vez). Outras há que me fazem acreditar que a mais insuspeita das pessoas tem a melhor das ideias, desde que abram os ouvidos e a mente para o que elas têm a dizer. Estas são as que me conquistam e me fazem acreditar de novo, mas aquele pedacinho de tempo de entusiasmo pelas coisas novas é cada vez mais curto, porque li num livro que nada é tão mau ou tão bom quanto parece no início (ainda por cima estou a tornar-me nesta espécie mal-amanhada sempre a repetir o mesmo - daqui só saem frases feitas e parágrafos supépontuados). E tenho sempre opções (que é uma coisa que se aprende em Angola), mas não deixo de ser saloia. Já nem a desgraça dos outros me anima. Podia mudar de orientação só porque estamos em 2011 mas acho as resoluções de ano novo estúpidas - quem quer mesmo mudar não precisa de esperar pelas doze passas e um copo de asti gancia.


*Há dias falávamos do que distingue uma coisa da outra e não consigo decidir se a diferença está naquilo que queremos fazer ou na vontade que temos de arrastar os outros nos nossos planos.