terça-feira, 10 de agosto de 2010

podia vir aqui falar

das sevilhanas, orientais, mazurcas, burrées, scottish, kizomba, street dance e círculos. As loiças ao jantar, as pétalas de chocolate, o tilintar das canecas, a sangria e o bagaço com mel. O vegetariano, o guru de laranja, as colheres de pau (ou de madeira), as jam sessions, os fardos de palha deste ano, as horas de espera pelo Kebab, a maior concentração de sovacos não depilados do país. A liberdade de alguns (ou a falta dela) e as discussões em torno das opções de cada um. As oportunidades de negócio e o desperdício das mesmas. A quantidade de miúdos, os preços proibitivos (selecção natural!), o taiji pela manhã, as teorias sobre carrinhos de bebé abandonados que vêm de DME, os duches frios e menos frios, o calor e o frio (natural e artificial), os pedidos de mortalhas às 3h da matina. Toda a gente falar com toda a gente, o desperdício e o esforço para o limitar, a ecologia, as massagens, as tendinhas que aceitam pagamentos com MB, as saias-vestidos e como estas tornam as danças muito mais giras. E relaxar na relva, escolher entre dançar ou ficar a ver, mexer ou ficar a dormir, preencher bonecos de papel e devanear acerca do peso da idade.

Mas o que acontece no andanças, fica no andanças!


(e as saudades que eu tinha daquilo!)

1 comentário:

Pilipili disse...

E soube tãaaaaaaaaaaaao bem :)