segunda-feira, 30 de agosto de 2010

também confere

confesso que às vezes sou

insegura
triste
invejosa
medricas
cáustica
ignorante
injusta
egoísta
fria
influenciável
fútil
dependente
idiota
céptica
ciumenta

e gostava de dizer "e quem não gostar que se lixe", mas é mentira!
e ao menos mentirosa não sou!


(e ninguém me acha romântica apesar de eu dizer que o meu filme preferido é o Romeu e Julieta... damn it!)

confere!

vi isto:



aqui

e não posso deixar de concordar!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

scary little thing

Somos assustadoramente parecidas. Fisicamente, não sei, as opiniões dividem-se - há quem diga que parecemos gémeas e há quem diga que nem parecemos irmãs, mas emocionalmente sem dúvida, saímos do mesmo molde. Às vezes parece que nos foi traçado o mesmo caminho (ou nem por isso) e as nossas reacções são espantosamente semelhantes. Quem quer que ignore as nossas incompatibilidades, birras e trenguices arriscaria até dizer que segues as minhas pisadas. Mentira! Fazes tudo pelos teus pés, e chegas lá sempre sozinha. Mas sempre que há um obstáculo (nosso ou não) revejo as minhas mágoas, as minhas dúvidas, a auto-critica, a mesma dureza consigo mesma e até a mesma força, de vez em quando. E vamos alternando posições, entre suporte e suportada.


(your turn...)

terça-feira, 24 de agosto de 2010

moça no restaurante

moça: boa tarde! queria levar prato do dia que encomendei há pouco pelo telefone...
funcionária: sim senhora! como se chama a cor do seu cabelo?
m: (wtf?) ãhm.... chili...?
f: obrigada! aqui tem - são 4€!
m: (ainda bem que passei no teste; não queria nada ficar sem almoço...)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

terça-feira, 10 de agosto de 2010

podia vir aqui falar

das sevilhanas, orientais, mazurcas, burrées, scottish, kizomba, street dance e círculos. As loiças ao jantar, as pétalas de chocolate, o tilintar das canecas, a sangria e o bagaço com mel. O vegetariano, o guru de laranja, as colheres de pau (ou de madeira), as jam sessions, os fardos de palha deste ano, as horas de espera pelo Kebab, a maior concentração de sovacos não depilados do país. A liberdade de alguns (ou a falta dela) e as discussões em torno das opções de cada um. As oportunidades de negócio e o desperdício das mesmas. A quantidade de miúdos, os preços proibitivos (selecção natural!), o taiji pela manhã, as teorias sobre carrinhos de bebé abandonados que vêm de DME, os duches frios e menos frios, o calor e o frio (natural e artificial), os pedidos de mortalhas às 3h da matina. Toda a gente falar com toda a gente, o desperdício e o esforço para o limitar, a ecologia, as massagens, as tendinhas que aceitam pagamentos com MB, as saias-vestidos e como estas tornam as danças muito mais giras. E relaxar na relva, escolher entre dançar ou ficar a ver, mexer ou ficar a dormir, preencher bonecos de papel e devanear acerca do peso da idade.

Mas o que acontece no andanças, fica no andanças!


(e as saudades que eu tinha daquilo!)