terça-feira, 9 de março de 2010

Talvez sejamos especiais. Talvez o facto de não sabermos o que queremos, de desconhecermos os nossos caminhos e ainda assim continuarmos seja sinal de que somos diferentes. Ou talvez não. Mas vamos acreditando e desconfiando ao mesmo ritmo, e os nossos complicómetros gritam de vez em quando (humpf! mulheres!). Perdemo-nos e encontramo-nos tantas vezes! e temos tudo a ver com a recuperação umas das outras. E quando uma de nós dá o tilt, não é o aconselhamento ou os paninhos quentes que nos fazem continuar, é a certeza de ter ali um reflexo e de "compreender milhões" o que se passa na cabeça umas das outras, ainda que sejam assim complicadinhas...

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