sexta-feira, 27 de novembro de 2009

gracias

Àqueles que estiveram presentes, pela companhia... e pelo presente!
A todos os outros, obrigada pelas mensagens, músicas, e-mails, postais e chamadas intercontinentais...

Não parece que já passou um ano!
... o tempo passa rápido, apesar de às vezes aí não parecer, mas a verdade é que passou rápido por causa da vossa companhia e dos bons momentos que passamos todos juntos.
Não é da minha autoria, nem vos posso dizer de quem, mas reflecte bem aquilo que eu sinto, também...

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

purpurina

Não importa quantos contas! De todas, só tu consegues ver o mundo a cor-de-rosa. Não é ignorância, nem tão-pouco inocência. É sentir as coisas a uma profundidade de que já desistimos e continuar a acreditar que tudo vai ser melhor. É chorar porque dói, mas continuar em frente. Acreditar que há coisas mais importantes e que te vais rodear de gente que te dá o devido valor. E sorrir com as pequenas coisas. Ser genuína e indiferente ao que quer que possam pensar. E pagar a casa aos amigos quando ganhares o Euromilhões... parabéns luxinha! (bis bald)




[A vida continua sem nós. Gostava de ser capaz de me lembrar e ficar feliz por vocês. Chama-me invejosa, é verdade! Quando penso que estão aí a festejar só consigo sentir inveja. Queria estar convosco a apalermar e a rir. Mas só me ocorre que tudo continua sem mim. As festas, as saídas e a falta delas. E hoje não é sobre mim, mas não consigo evitar...]

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Eu sei que tu sentes. Estou farta de fingir ser quem não sou e não consigo escondê-lo de ti. Mesmo sem palavras. Mesmo à distância. Eu sei que é por isso que tu choras assim que me ouves. Sei que é por isso que me pedes para voltar. E eu minto. Que estou bem. Que não precisas de te preocupar. Que já falta pouco e tudo corre bem. E morro um bocadinho a cada passo. E digo para mim que não preciso. Mas só penso em vocês. Pertenço-vos. E queria gritar. Não posso. Queria pedir-te que me salvasses e chorar no teu colo como quando era menina e as brincadeiras parvas tinham as suas consequências. Mas não te posso magoar assim. Aguenta mais um pouco. Egoísmo meu, pedir-te o que não quero mais fazer.
Sabes? Hoje li sobre a inocência. Aquela da infância. Aquela anterior às cruéis descobertas sobre o mundo e as pessoas. E lembrei-me de ti. Das coisas que viveste. De como me avisaste. De como eu podia ignorar, porque tinha o teu colo ali e tu nunca deixarias que algo de mau acontecesse. Estou farta. E cada dia é mais difícil suportar. Eu sei que tu sofres da mesma ilusão. Aquela das pessoas que se habituaram a ver-nos no cimo dos nossos saltos altos. Aparentemente intocáveis. Mas hoje parece que não fui forjada do mesmo aço que o teu. Hoje, ter e perder é muito pior do que nunca ter tido. E queria o teu colo para chorar.


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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

novidades ou a falta delas

É que o que é, rapidamente deixa de o ser. Vai-se desfazendo aquilo que nem chegou a ser feito, mas do processo de surpresa-adaptação-ansiedade-força-desilusão não nos livramos, e nos entretantos as versões da verdade seriam mais do que aquelas de que o tempo me permite falar.
Hoje é um mix. Ansiedade, cansaço e surpresa. E a dor de ser um peso para alguém. Esperança também, mas pouca.

Valeu a visita dos amigos no fim-de-semana grande, embora até isso tenha corrido à margem dos objectivos, com muita culpa minha à mistura (o que me faz sentir um apertozinho no coração, mas nada a fazer, e as desculpas não se pedem...). Valeu e valem as músicas que se cantaram (e as que ficaram por cantar) e a descoberta do caminho para aquela praia, e o jogo e a água, e os telefonemas que me informam do que se cantou na minha ausência!

E vale a exposição de piadas publicitárias. Já me fartei de rir.