sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

A todos os amantes de aventuras, grandes esforços seguidos de maiores conquistas - aqui vai uma pequena sugestão: nada como fazer uma bela caminhada pelas ruas irregulares, e em paralelo, de Portalegre, às 22h, tentando abrigar-se da chuva, e em salto alto, em busca de um restaurante aberto para matar o bicho que remói há mais de muitas horas!

Tudo isto para encontrar uma nota à porta com a seguinte inscrição: "Jaime, bate que estamos cá dentro!". Pena nenhum de nós ser o Jaime e, maior pena ainda, a cozinha já ter fechado.

Apesar da hora, o sítio do costume, sempre fiel a estes frequentadores ocasionais, lá nos salvou de uma noite sem jantar...

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Tão boa é a vida com banda sonora, mesmo quando o céu te cai em cima sob a forma líquida! E o transporte público azul e branco segue em frente ignorando o teu pedido de boleia, mesmo que não deixe de te chapiscar (que é uma palavra que eu venero) com um pouco de céu...

E dás por ti, ao fim de uma semana de trabalho a partir numa demanda pelo You Tube dentro, em busca da nostálgica canção da chuva da Rua Sésamo:

"Está um dia de chuva, dia de chuva
Está a chover lá fora
E não posso ir brincar
Senão ainda me vou molhar"

mas tudo o que consegues encontrar é a letra...

Vamos fazer mais como?

Para mais informações consulte o blog http://eusoupalerma.blogspot.com

Promessas


Black And Gold (Radio Edit) - Sam Sparro

O prometido é devido.

Quero aproveitar para agradecer publicamente ao Xista, que há coisa de 9 anos atrás (:S) me pôs a transformar tudo o que era provérbio, frase-feita e afins... de modo que, hoje em dia, quando leio, ouço, ou me lembro de algo do género, não consigo evitar transpôr para a versão correspondente, e neste caso, parece-me particularmente interessante:

O prometido, debaixo dos lençóis, é devido no meio das pernas!

mai nada!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

perder

Perder é um verbo que gostamos de evitar.

Na verdade, usamo-lo menos vezes do que o sentimos. A perda é uma coisa de todos os dias.
Todos os dias perdemos alguma coisa: oportunidades, tempo, ligações...
Todos os dias perco hábitos que queria manter.
E tem sido frequente nos recentes anos perder contacto com pessoas que já foram as mais presentes, as mais importantes...

Vivemos na altivez de quem tem certeza do que tem à sua volta e só quando perdemos à bruta percebemos o verdadeiro significado de perder... e ganhar consciência plena de uma perda irreversível é devastador!

E mesmo que estivessemos perto, de nada adiantaria! Nada a fazer!
Mas o sentimento de impotência que nos consome deve ser o mesmo que nos dá força e nos ensina: que a vida é mesmo assim, que há coisas que nos transcendem, e além de que o que não tem solução, resolvido está, deve vir a intenção de fazer mais por valorizar o que temos antes que nos seja roubado!

E exigem que sejamos fortes quando tudo o que queremos é voltar àquele colo que nos alheava desta realidade e nos deixava em paz com a nossa inocência.

O que é ser forte afinal?
Conseguires levantar-te no dia seguinte e viver a tua rotina?
É conseguir não chorar quando os outros exigem?
Ou o simples facto de não endoidecer é suficiente para ser considerado forte?

É que eu acho que perdia a razão!

Por mais que tentem, não podem fazer nada que possa aliviar a dor.
Por muito que o digam, sabes que os outros não compreendem inteiramente.
Eu não compreendo! Eu não sei o que é! Eu não sei lidar com coisas destas!
Sei que quero dizer alguma coisa.
Sei que quero fazer alguma coisa para ajudar.
Mas não sei se ajudo ou pioro. Nem tão pouco sei o que dizer.

Por isso digo o que sei.

[Viverei o resto da vida a desejar ter aproveitado melhor cada minuto passado com alguém que o mundo perdeu... se ao menos uma foto imortalizasse um abraço]





I Win - abra moore

Esclarecimento

Boa gente!

Tenho que vos chamar a atenção para algo que não ficou, aparentemente, devidamente clarificado: o vídeo 3 posts abaixo é o resultado de uma montagem de cenas do filme "Twilight" com música de X (deixo para vocês descobrirem, porque para mim foi uma surpresa), e esta montagem é da autoria da minha Isabelinha e de uma sua amiga!!!!

Portanto, toca a ver com olhos de ver, e a divulgar...

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Parece que afinal a culpa é dos ovos!

E parece que em Portugal a malta também se engana, e vai ao indiano em vez de ir ao tailandês, e por isso não come arroz servido numa casca de ananás, e paga por 3 pratos mais ou menos o mesmo que 10 pessoas pagam numa churrasqueira... não que esteja a reclamar, os meus prawn não-sei-quê estavam bem gostosos, mas achei que era digno de registo... até porque o mais importante, meus caros (preparem-se, vem aí a lição nº 312 e 1/4), é a companhia! (Ah, que lambe-botas que ela é!!!).

E parece que afinal somos um grupo musical de "qualidade muito acima" de determinados parâmetros (é tudo uma questão de perspectiva :S).

E parece que afinal há gente ligeiramente iNCOMPETENTE e que não me avisa que o meu visto aINDA não deu entrada e deixam-me aqui a pensar que posso aguardar tranquilamente...

Obrigada às perspicazes amigas! ;)

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

O trabalho

Apetece-me praguejar!!!
Já não me lembrava de como isto era... de como é não ter tempo para nada!
É quase o mesmo que estar longe, mas pior ainda: tenho tudo aqui tão perto e não posso usufruir, porque não tenho tempo! Não consigo arranjar tempo!
Onde desencantava eu tempo para sair? Ah, pois! Não saía...
Onde arranjava tempo para ir ao cinema? Ah, pois! Não ia...
E quando lia livros? Ah, pois! A verdade é que pouco lia...
Quando é que eu praticava desporto? Hummmm... não praticava!
Quando é que eu via os concertos? Ah, pois! Quando estava de férias...
Quando é que eu fazia música convosco? Ah, pois! Para isso há sempre tempo!!!!
Para isso e para aparvalhar! São as duas constantes por excelência na minha vida: a Música e a Parvoíce - como seria triste a minha vida sem elas!

Talvez possa levar comigo uma sala de cinema, uma biblioteca, uma sala de espectáculos e um punhado de restaurantes divinais, para usufruir deles num sítio onde tenha tempo.

Isso, e desenvolver uma teoria acerca de uma descoberta recente: "Deixar de comer iogurtes provoca o aumento dos níveis de colesterol".
Porque só nesta terra de doidos é que me podem dizer que o meu colesterol está elevado... COLESTEROL????? Aposto que em muitos sítios não há sequer fORMA de mEDIR o colesterol, e estes idiotas vêm-me dizer que é com isso que tenho que me preocupar... em princípio é isso - no país onde as mortes por sida, cólera e desinterias tais competem com o acidente de viação pelo primeiro lugar na culpa pelo maior número de mortes, é com o colesterol que eu, uma miúda de meio quilo, tenho que me preocupar!!! Sim, senhor! É para já! Aliás, acho que a próxima aquisição de que me devo fazer acompanhar na viagem de regresso é exactamente uma máquina de medir e controlar o cOLESTEROL! Se não existe, Srs. Inventores, inventem rápido, faxabor!

Estão parvos? Doidos? Bêbados? Desequilibrados? Deprimidos? A crise financeira entranhou-se nos cérebros dos analistas? Este país está todo a definhar e ninguém me avisou?

Eu como peixe, e sopa, e vegetais, e frutas, e gosto de coisas supostamente mais saudáveis e tudo... como bróculos, e grelos, e agriões, e espinafres!!!
E não como comida com muito sal, nem com muita gordura, nem nada disso...

...só deixei de comer iogurtes...

(im)parcial

Sem qualquer surpresa: a minha coisa-mai-linda faz coisas lindas!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Rir genuinamente

Se o mundo se sentisse acelerar de cada vez que rio de verdadeira felicidade, hoje teríamos todos, por breves momentos, passado todos os limites de velocidade!

Tudo graças a um único sorriso.
Há sorrisos e sorrisos, e sorrir não é difícil, pelo menos para mim.
Mas sorrir de genuína, pura e simples felicidade é algo tão precioso e tão raro que só poderia ser trazido por aquele deus - o das pequenas coisas.

Sorri graças a um sorriso, ao sentir que era feliz com a felicidade de alguém, ainda que desconhecido... e descobri que não há na vida melhor motivo para sorrir!
E que, se por momentos tivesse que fazer algo além de sorrir, falhava redondamente, porque por segundos, a única coisa que conseguia fazer era, tão somente, sorrir!

Obrigada!